sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Tratado de Filosofia Itacareense




Imagine uma filosofia que unifica todos os sentidos da vida em um único postulado. Circunde, então, esse postulado com um séquito de imagens paradisíacas. Eis Itacaré, a cidade da calma. Tudo neste lugar é calmo. O sol, que doura até a pele mais negra, é calmo. As ondas, disputadas pelos muitos surfistas, são calmas. O nervosismo das pessoas é tipicamente baiano, calmo.

Poderia então discorrer aqui sobre os ilustres nativos/locais que conhecemos, que incorporam a filosofia itacareense. Mas não. Me dá preguiça. Fui contaminado pelo espírito calmo e preguiçoso dessa parte do Brasil. Afinal quem está no paraíso não carece de pressa. Pressa pra quê? Relaxa. Quer uma água de côco?

Por fim, o mais famoso postulado dessa corrente de pensamento me foi repassado à beira mar, na praia, sob um céu azul límpido e um sol na beira dos 50º. Ele dizia simplesmente:

"Nada como não fazer nada depois de descansar um pouco"

Agradeço aos expedicionários: André (Meu irmão e idealizador da viagem), Maria (Grande elo de união da turma), a Loura (Certamente a pessoa mais hilária que eu conheci por lá), Fabiana ( Ósculos ), Lú e Marcos ( Casal mais gente fina de Brasília/DF ), Válkíria e tantos outros que pela preguiça itacareense, não vou citar aqui.









































































Vidinha difícil... me deu uma canseira....

Um comentário:

Anônimo disse...

Eita que lugar maravilhoso....